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Da informação

Entre a extensa lista de estabelecimentos com atendimento ao público que fecham portas com o estado de emergência, não figuram os quiosques e as papelarias que vendem jornais. E não obstante as restrições impostas ao direito de deslocação, os jornalistas podem continuar a circular, as gráficas podem continuar a imprimir, os órgãos de comunicação social podem continuar a funcionar com as respetivas medidas de distanciamento social. “Mesmo em tempos de crise, é imperioso assegurar a liberdade de imprensa e o direito à informação”, diz o Sindicato dos Jornalistas. Em todos os tempos, especialmente neste, digo eu.

O desafio para este ‘tempo de crise’ é ganhar à omissão, à mentira, à propaganda, ao enviesamento, as suas mais mortíferas armas. A nossa artilharia pesada tem de ser a informação. Porque esta protege-nos, mobiliza-nos, acrescenta-nos, engrandece-nos, retira-nos medos infundados, obriga-nos a conjugar mais ação com razão do que com emoção. Feitas as contas, é quase tudo o que precisamos para levar de vencido este maldito tempo.


Marta Romão, diretora-geral BDC - Empower to Lead

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