Do pré ao pós
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Do pré ao pós

Muito em breve, se é que não está já a acontecer, a história irá dividir-se entre o período pré e o período pós-Covid-19. Ainda estamos no tempo do ‘durante’, que utilizo à falta de prefixo apropriado, mas a fronteira parece crescer à velocidade da propagação do vírus, que lá para dezembro se tornará a ‘personalidade’ do ano para a Time. À maneira de exemplo, encontram-se as redes sociais, diabolizadas num pré tão pouco longínquo, mas que agora nos servem que nem uma luva para enfrentar o frio desta quarentena forçada.

Sessões de ioga, fitness, aulas de latim, dicas para o teletrabalho, receitas e doçaria de fartar, concertos, peças de teatro, recitais no quarto e à janela, delírios, apelos e recomendações, campanhas publicitárias, vídeos tontos, divertidos, indescritíveis, true news & fake news e eis que as redes sociais, as contaminadas e repugnantes redes sociais, emergem das trevas para nos trazer o mundo para casa, quando nele não podemos estar. Do alto da sua varanda em Palo Alto, Califórnia, Mark Zuckerberg só não se estará a rir, porque não é tempo para isso.

Marta Romão, diretora-geral BDC - Empower to Lead

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